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Gordura no fígado é grave? Veja sintomas e como tratar a esteatose hepática

Redação26 de fevereiro de 202615min0
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O acúmulo de gordura no fígado pode parecer silencioso, mas suas consequências podem ser graves/Shutterstock_SoftSheep

A presença de gordura no fígado, conhecida como esteatose hepática, tem se tornado uma condição cada vez mais frequente entre os brasileiros, e não apenas entre adultos. Crianças também estão sendo diagnosticadas com o problema, que afeta especialmente o público feminino.

Embora muitas vezes silenciosa, essa alteração hepática pode evoluir para quadros mais sérios se não for identificada e tratada adequadamente.

Para se ter uma ideia, a doença já afeta cerca de 30% da população brasileira, segundo dados do Ministério da Saúde, um reflexo direto do estilo de vida atual, marcado por má alimentação, sedentarismo e o excesso de peso.

Mas enquanto os números preocupam, uma nova esperança começa a surgir: a semaglutida, medicamento já aprovado nos Estados Unidos para tratar essa condição, está em fase de avaliação pela Anvisa e pode transformar o cenário do tratamento no Brasil. Quer entender os sintomas, os riscos e as opções disponíveis para cuidar da saúde do seu fígado? Confira a seguir!

Gordura no fígado: sintomas e como tratar a esteatose hepática

esteatose hepática, conhecida popularmente como “gordura no fígado”, é uma condição que se desenvolve quando esse órgão começa a acumular gordura dentro de suas células, chamadas hepatócitos.

Localizado no lado direito do abdômen, o fígado é um verdadeiro multitarefas do corpo humano. Com sua coloração marrom-avermelhada característica, ele desempenha mais de 500 funções essenciais para o organismo, entre elas, filtrar toxinas, produzir proteínas e armazenar energia.

No entanto, quando esse acúmulo de gordura se torna constante e prolongado, o fígado pode reagir com processos inflamatórios. Se essas inflamações, por sua vez, não forem tratadas a tempo, podem evoluir para quadros mais graves, como hepatite gordurosa, cirrose hepática e até câncer.

Além disso, nesses casos, o órgão não apenas aumenta de tamanho, como também perde sua cor típica e passa a apresentar um aspecto amarelado, um sinal claro de que algo não vai bem com a saúde hepática.

Sintomas da esteatose hepática: atenção aos sinais silenciosos

O acúmulo de gordura no fígado, quando persistente, pode desencadear inflamações que evoluem para doenças graves/Shutterstock_Kateryna Kon

Por se tratar de uma doença silenciosa, muitas pessoas que convivem com a esteatose hepática, ou seja, acúmulo de gordura no fígado, podem não apresentar sintomas evidentes.

No entanto, em alguns casos, podem surgir sinais como dor ou desconforto no lado direito do abdômen, fadiga constante, sensação de peso após as refeições e alterações nos exames de sangue, como elevação das enzimas hepáticas.

De acordo com estudos, a doença é classificada em graus, de acordo com a quantidade de gordura acumulada: grau 1 (leve), grau 2 (moderado) e grau 3 (grave). Quanto maior for o grau, maior o risco de inflamação e progressão para quadros mais sérios, como hepatite gordurosa, cirrose e até câncer de fígado. Por isso, mesmo na ausência de sintomas, é fundamental estar atento e realizar exames periódicos.

Diagnóstico e tratamento: por que agir cedo faz toda a diferença

Estágios de danos ao fígado — saudável, com gordura, fibrose, cirrose e câncer/Shutterstock_ChipVector

Geralmente, o diagnóstico da esteatose hepática é feito por meio de exames de imagem, como ultrassonografia abdominal, e exames laboratoriais que avaliam a função hepática. No entanto, em alguns casos, pode ser necessário realizar uma ressonância magnética ou até biópsia hepática para avaliar o grau de comprometimento do fígado.

O tratamento depende do estágio da doença, mas, em geral, envolve mudanças no estilo de vida: alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e controle de doenças associadas, como diabetes e colesterol alto. Em casos mais avançados, o uso de medicamentos pode ser indicado, e uma novidade promissora é a semaglutida.

Fonte: Olha Digital

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