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Falta de chuvas faz nível do Lago de Furnas ser o pior para setembro nos últimos 17 anos no Sul de Minas

Julia Toledo18 de setembro de 20183min0
Sem Título-3
Hoje o nível está em 20,48% da capacidade e só não é pior do que em setembro de 2001, quando estava com 13,13%.

O Nível do Lago de Furnas deste mês de setembro é o mais baixo dos últimos 17 anos. Hoje o nível está em 20,48% da capacidade. Marca pior do que esta para o mês de setembro só foi registrada em 14 de setembro de 2001, quando estava em 13,13%.

“O principal motivo é a falta de chuva. Realmente os últimos anos não têm sido bons na questão de chuva. Nós temos aí uma situação muito interessante, que se não fosse a energia que vem de Belo Monte pra nossa região Sudeste, o lago estaria pior do que estamos vendo hoje”, diz Fausto Costa, secretário executivo da Alago, Associação dos Municípios no entorno do Lago de Furnas.

Ainda conforme o representante da associação, a redução na geração de energia de Furnas contribuiu para que a situação não estivesse ainda pior.

“Nós tivemos uma diminuição aí em torno de 40, 45% nos últimos meses agora de 2018, isso contribuiu muito para que o lago estivesse nessa situação que está. Ainda digo, muito ruim, poderia estar pior ainda se não fosse essa energia vinda de Belo Monte”, diz Costa.

A falta de água no Lago faz com que vários comerciantes sejam afetados.

“Nós temos vários segmentos econômicos que dependendem diretamente do lago, hotéis, restaurantes, clubes náuticos, a psicultura, a irrigação, então isso aí tudo é afetado pelo Lago de Furnas, sem contar a cadeia do turismo, é uma cadeia que movimenta mais de 50 segmentos da sociedade, influencia no posto de gasolina, na farmácia, no supermercado, em função da diminuição do turista aqui na região. Essa região, na parte mais Sul do lago, sofre mais do que a região Oeste, onde temos os canyons em Capitólio, em São João Batista do Glória, lá não sofre tanto porque a topografia é mais acidentada e o lago afunila e a água não distancia como você aqui”, completou o secretário da Alago.

A situação também compromete a navegação do lago.

 

Fonte: G1.com.br

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