Café apresenta grande relevância no trabalho da Emater-MG

Redação19 de fevereiro de 20193min0
WillenEmaterAmog
Competitividade da cadeia de valor do café sobretudo para os agricultores familiares

Há mais de 150 anos , o Brasil é o maior produtor de café do mundo, sendo responsável por um terço do volume mundial, de acordo com dados da Organização Internacional do Café (OIC).

A Bolsa Brasileira de Mercadorias tem participação intensa no mercado através das 140 corretoras de mercadorias associadas e é maior parceira da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nos leilões de vendas dos estoques públicos oficiais.

As exportações de café, em 2018, movimentaram US$ 6,15 bilhões, de acordo com as informações do Ministério da Economia, as exportações mineiras renderam US$ 1,998 bilhão em janeiro deste ano, contra US$ 1,969 bilhão no mesmo mês de 2018, aumento de 1,5%.
O minério de ferro e o café representaram, juntos, praticamente a metade (49,6%) de tudo que o Estado vendeu no exterior. Em janeiro, as vendas de minério de ferro no mercado externo somaram US$ 663,8 milhões, com alta de 10,5% em relação às remessas do mesmo mês de 2018 (US$ 600,7 milhões). No caso do café, os embarques chegaram a US$ 328, 7 milhões no primeiro mês de 2019, com crescimento 4,7%, em igual comparação.
A China e os Estados Unidos, foram, nessa ordem, os principais parceiros comerciais de Minas Gerais. Os chineses compraram US$ 592,9 milhões em mercadorias mineiras durante janeiro, o que equivale a praticamente 30% de tudo que Minas vendeu fora do País.

Diante deste cenário, a cadeia do café reunida na ultima semana em Guaxupé discutiu o futuro do principal produto agrícola do Estado. A Emater responsável pela evolução dos cafés especiais no em Minas Gerais , reforçou a importância do programa certifica Minas para que os cafeicultores agreguem valores e consigam melhor rentabilidade.

Willen Araujo, gerente regional mostrou a força dos escritórios locais da Emater presentes nos municípios do sul de minas “ O trabalho dos extencionistas alteram as rotinas e melhoram a produtividade nas propriedades atendidas, os cafeicultores sabem que podem contar com os profissionais que não medem esforços para capacitarem e auxiliarem os produtores de cafés”, enfatizou

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