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Laboratório do IMA confirma qualidade e eficiência por meio de auditoria

Redação14 de março de 20197min0
Acreditação contribui para a credibilidade da defesa agropecuária do estado de Minas Gerais

O Laboratório de Saúde Animal (LSA), que compõe a rede laboratorial do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), passou por reavaliação da Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), na qual foi recomendada a manutenção da acreditação do laboratório. Isso significa que o IMA mantém a excelência dos serviços prestados na área de saúde animal com confiabilidade de resultados dos exames.

A auditoria é realizada a cada dois anos, sendo avaliados requisitos da Norma ABNT NBR ISO/IEC 17025 Requisitos Gerais para a Competência de Laboratórios de Ensaios e Calibração, normas da CGCRE e da Divisão de Acreditação de Laboratórios (DICLA) do Inmetro. O LSA faz parte da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e para continuar integrando essa rede é necessário manter a acreditação junto à CGCRE.

O LSA do IMA se destaca na realização dos exames de animais susceptíveis à febre aftosa. Em Minas Gerais, o laboratório do IMA realiza os exames de animais nas Granjas de Reprodutores Suídeos Certificadas (GRSC). O acompanhamento nestas granjas é importante porque são animais de primeira linha criados em estabelecimentos livres de doenças incluindo a Peste Suína Clássica (PSC).

De acordo com o responsável pela Unidade de Gestão da Qualidade do IMA, o fiscal agropecuário Alexandre Augusto Soares, os avaliadores da CGCRE  reafirmaram a qualidade do sistema de gestão do LSA do IMA, o que confere confiabilidade nos trabalhos realizados pelo laboratório. “Passamos por avaliações criteriosas realizadas por auditores independentes. É uma conquista para o IMA”, declarou.

Padrão internacional

Manter a acreditação junto à CGCRE traz algumas vantagens para Minas Gerais. A ISO 17.025 é uma bem conceituada norma de padronização internacional, o que contribui com a credibilidade da defesa agropecuária do estado.

“Além de melhorar a imagem do laboratório e contribuir para a fidelização de clientes, o relatório de ensaio emitido com o símbolo de acreditação da CGCRE é aceito por clientes em qualquer país do mundo pertencente ao tratado de Reconhecimento Mútuo do ILAC (International Laboratory Accreditation Cooperation). A acreditação abre novos mercados”, disse a gerente da Rede Laboratorial do IMA, Eliane Hooper. Segundo ela, nesse contexto, a acreditação é uma ferramenta essencial, cujo maior atributo é justamente ter aceitação global.

“É fruto de um intenso trabalho técnico, complexo e envolvente, que não se resume apenas a possuir as competências necessárias, mas também de demonstrar essa competência a todos”, observou.

Rede laboratorial qualificada

Os exames e diagnósticos realizados no LSA são importantes porque auxiliam os trabalhos de fiscalização e monitoramento de possíveis doenças em rebanhos. Eles dão suporte para a adoção das medidas preventivas e de controle em caso de notificação de casos suspeitos de doenças.

Neste cenário, o trabalho realizado pela rede laboratorial constitui um elo essencial nas ações de defesa agropecuária implementadas pelo IMA. Esse trabalho contribui, inclusive, para que Minas mantenha o status de área livre de febre aftosa com vacinação e de peste suína clássica (PSC) junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e contribui para que o estado, há 12 anos, não tenha ocorrência de focos da praga sigatoka negra nas lavouras.

Qualificada para realizar exames e diagnósticos de apoio a diversos segmentos da atividade agropecuária, a rede laboratorial do IMA é composta pelo LSA, em Belo Horizonte, e pelo Laboratório de Química Agropecuária (LQA), no entreposto da Ceasa em Contagem (MG).

“Aptos a realizarem um variado leque de ensaios, os laboratórios dão suporte às ações de fiscalização realizadas pelo IMA e contribuem para a prevenção e controle de doenças que podem acometer os rebanhos e de pragas que podem surgir nas lavouras”, explica Eliane Hooper.  Os laboratórios dão suporte também para a qualidade de produtos agropecuários e atendem à solicitação de análises de amostras procedentes de outros estados.

O LSA também se destaca em âmbito nacional por realizar o diagnóstico de raiva dos herbívoros e de Encefalopatia Espongiforme Transmissível (EET) ou doença da “vaca louca”. Os exames realizados estão disponíveis para todo o país e incluem também: anemia infecciosa equina; brucelose;, leptospirose; doença de Aujeszky e sarna. Em 2018, foram realizados mais de 15 mil diagnósticos no LSA.

Já o Laboratório de Química Agropecuária (LQA) atende à solicitação de análises fitossanitárias de diversas regiões do país, principalmente na identificação de insetos e detecção de nematoides em raízes de café. Realiza ainda análise de resíduos de agrotóxicos em hortifrutícolas, análises físico-químicas e microbiológicas em produtos de origem animal, análises de solos agrícolas e fertilizantes.

Mais informações sobre os serviços prestados pela Rede Laboratorial do IMA podem ser consultadas no site ima.mg.gov.br.

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