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Estiagem faz nível do Lago de Furnas cair; volume útil volta a ficar abaixo de 80%

Redação16 de julho de 20225min0
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Hoje o nível está cerca de três metros acima do considerado ideal, que é a cota 762.

O volume útil do Lago de Furnas voltou a ficar abaixo dos 80% depois de quatro meses. O motivo é a estiagem, já esperada para esta época do ano. O volume que chegou a 86,45% em maio, está atualmente em 78,51%. Devido à falta de chuvas, o nível do lago caiu cerca de 1 metro em apenas dois meses.

“Atualmente no período de estiagem, no período mais frio, onde as chuvas são muito menos intensas, muito mais raro, a gente sabe que naturalmente nós teríamos uma diminuição no volume útil da represa, portanto uma diminuição no nível da Represa de Furnas, isso é natural. Mas é preocupante porque nesse ritmo que está indo a diminuição nós chegaríamos no final do ano antes do início do período chuvoso abaixo da cota 762, então é importantíssimo que medidas sejam tomadas ao longo do ano para que a gente garanta a 762”, disse o vice-presidente da Alago, a Associação dos Municípios do Entorno do Lago de Furnas, Felipe Carielo.

A Cota 762 corresponde ao nível considerado ideal por comerciantes e agricultores que dependem do lago para sobreviver. Hoje o nível está cerca de três metros acima do considerado ideal.

Segundo Felipe Carielo, o nível do lago impacta diretamente na economia dos municípios da região.

“Os municípios que são banhados pelo Lago de Furnas, os 34 municípios, a economia depende diretamente do Lago de Furnas, porque a nossa região é eminentemente turística e também a parte do agronegócio, que depende do Lago de Furnas para irrigação, então é algo que influencia a vida de todo mundo, direta ou indiretamente. A pessoa que tem uma loja que vende um sapato, uma roupa, também depende do Lago de Furnas porque a pessoa que compra dela ganha o dinheiro por meio do lago, então é uma economia que gira em torno do lago. Então a gente precisa que a segurança jurídica seja dada a nós do Sul e Sudoeste de Minas Gerais para que a gente tenha mais tranquilidade para trabalhar”, completou.

Fonte: G1 Sul de Minas

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