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Caixa reduz taxas de financiamento e amplia programa de habitação popular

Redação21 de julho de 20223min0
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Banco público reduz juros mesmo com cenário de Selic a 13,25% ao ano. Mudanças valem até o fim deste ano

A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta quinta-feira (21), novas condições para financiamento de imóveis para os pró-cotistas e para o Programa de Habitação Popular com Recursos FGTS. As mudanças acontecem mesmo em um cenário em que a taxa básica de juros do País está em 13,25% ao ano e valem até o fim de 2022.

De acordo com a Caixa, o Programa de Habitação Popular agora atende a famílias com rendimento mensal de até R$ 8 mil. Antes, só núcleos que ganhavam até R$ 7 mil eram contemplados. As taxas continuam as mesmas.

Segundo o banco, as famílias que ganham até R$ 2,4 mil estão sujeitas a taxas de 4,5% ao ano nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste e 4,25 a.a. no Norte e Nordeste. Aquelas com faturamento entre R$ 2,4 mil e R$ 3 mil vão pagar 5% e 4,75% ao ano, respectivamente. Já a faixa entre R$ 3 mil e R$ 3,7 mil arca com taxas de 5,5% em quaisquer estados.

Já a faixa entre R$ 3,7 mil e R$ 4,4 mil vai pagar 6,5% ao ano de juros em quaisquer regiões do Brasil. Por último, a Caixa informa que as famílias que faturam entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil pagam 7,16% de taxa a cada 12 meses.

Quanto à linha de financiamento pró-cotista, a Caixa informa que a taxa de juros caiu de 8,66% ao ano para 7,66% ao ano, além da Taxa Referencial (TR), para os imóveis com valor de até R$ 350 mil.

Para os imóveis acima dessa cotação e até R$ 1,5 milhão, a Caixa reduziu os juro de 8,66% ao ano para 8,16% a.a. Novamente, o cidadão também precisa arcar com a TR neste tipo de financiamento.

Além da redução de taxas, a quota de financiamento na linha pró-cotista foi ampliada para até 80% do valor de avaliação do imóvel.

Para ser cotista do banco, o cidadão precisa ter contribuído ao menos três anos para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Além disso, precisa estar empregado, contribuindo para o FGTS ou ter saldo no fundo de pelo menos 10% do valor do imóvel desejado.

Fonte: O Tempo

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