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25% dos smartphones no Brasil são vendidos ‘ilegalmente’, diz associação

Redação28 de março de 20243min0
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Aproximadamente 25% do mercado nacional de celulares é formado por aparelhos comprados de forma irregular. A informação foi revelada pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), que inclui representantes das principais fabricantes de smartphones atuantes no país.

De acordo com o levantamento, a porcentagem de aparelhos de compra ilegal no Brasil era de 10% em 2022 e estava em 8% no ano anterior. O salto foi significativo, com 6,2 milhões de dispositivos classificados como irregulares pela entidade vendidos no país em 2023.

Ainda segundo a Abinee, adquirir um celular pelo chamado mercado cinza pode ser arriscado para o consumidor. Nesses casos, além da menor garantia de recebimento do produto, há menos suporte especializado de assistência técnica e até menor arrecadação fiscal para o governo, já que os aparelhos não passam pelo programa Remessa Conforme.

O que é um celular vendido ilegalmente?

A Abinee classifica como “venda irregular” ou “ilegal” um celular vendido por comerciantes em marketplaces de grandes plataformas de comércio eletrônico. Eles normalmente vêm do seu país de fabricação, como a China, ou então entram no Brasil a partir do Paraguai.

O estudo aponta o Redmi Note 12, da Xiaomi, como o mais popular desse segmento irregular. Lançado no ano passado, o modelo é encontrado hoje por menos de R$ 1 mil em lojas online, enquanto o preço no site da fabricante é de R$ 1.999. A entidade diz que está tomando medidas para impedir que a porcentagem suba ainda mais em 2024.

Os celulares tidos como contrabandeados podem não ter todos os documentos de regularização para funcionar em território nacional. Além disso, alguns ainda não foram lançados de forma oficial em território brasileiro. Ainda assim, eles funcionam normalmente no país, caso tenham sido homologados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A popularidade deles, entretanto, só aumentou nos últimos anos. A Abinee atribui isso à ascensão das compras online desde a pandemia da covid-19, mas o baixo preço praticado por esses marketplaces em comparação com lojas oficiais também é um fator importante.

Fonte: TecMundo

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