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Chuvas já deixam cerca de 3,5 mil pessoas fora de casa em Minas

Redação22 de janeiro de 20265min0
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Estado tem 46 municípios em situação de emergência e três mortes confirmadas neste período chuvoso

As chuvas que atingem Minas já deixaram cerca de 3,5 mil pessoas fora de casa, entre desabrigados e desalojados, além de três mortes confirmadas, segundo dados da Defesa Civil estadual. Ao todo, 46 municípios estão em situação de emergência por ocorrências relacionadas aos temporais.

Os números foram divulgados nesta quarta-feira (21). Minas atravessa uma semana com previsão de tempestades pelo menos até sexta-feira (23). Alertas têm sido feitos diariamente pelas autoridades.

O Estado contabiliza 457 desabrigados, pessoas que precisaram deixar as casas e recorrer a abrigos públicos, como escolas ou ginásios, devido a danos ou risco iminente às moradias. Já os desalojados, cerca de 3 mil, são aqueles que saíram de casa por causa das chuvas, mas conseguiram se hospedar temporariamente em residências de parentes ou amigos.

Uma das cidades mais afetadas foi Pescador, no Vale do Rio Doce. Lá, ruas e avenidas foram transformadas em verdadeiros rios, com imóveis tomados pelas águas.

Mortes no período chuvoso

Desde o início do período chuvoso, três mortes foram registradas em Minas. A mais recente ocorreu em Pouso Alegre, no Sul do Estado, onde um menino de 7 anos morreu após ser arrastado por uma enxurrada durante um forte temporal no bairro João Paulo II. A criança brincava com outras duas em um córrego quando o volume de água subiu repentinamente. O corpo foi encontrado dois dias depois.

A segunda morte foi registrada em São Thomé das Letras, também no Sul de Minas. Ana Paula de Jesus Oliveira, de 30 anos, moradora da Região Metropolitana de Belo Horizonte, morreu após ser atingida por um raio. O primeiro óbito do período chuvoso ocorreu em Sabará, na Grande BH.

Situação de emergência

Segundo a Defesa Civil, os 46 municípios em situação de emergência enfrentaram problemas como alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra, quedas de árvores e danos estruturais em residências, o que levou à retirada preventiva ou forçada de moradores.

A condição de emergência permite que as prefeituras adotem medidas mais rápidas para assistência à população atingida e solicitem apoios dos governos estadual e federal.

Previsão segue crítica

A Defesa Civil alerta que o Estado segue sob instabilidade atmosférica, com previsão de chuvas fortes, rajadas de vento e descargas elétricas em várias regiões nos próximos dias. A orientação é para que a população evite áreas de risco, como encostas, margens de córregos e ruas sujeitas a alagamentos, e siga as recomendações dos órgãos de emergência.

Em caso de risco, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo 193, e a Defesa Civil municipal, pelo 199.

Fonte: Hoje em Dia

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