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Ministério da Saúde alerta para risco de sarampo no Brasil durante Copa de 2026

Redação24 de abril de 20265min0
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Jogos acontecem nos Estados Unidos, Canadá e México, países em surto de Sarampo

O Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o risco de sarampo no Brasil durante a Copa do Mundo de 2026. O campeonato será realizado em estádios dos Estados Unidos, Canadá e México, países que enfrentam surtos da doença.

“Há um risco iminente de reintrodução do sarampo no Brasil após o retorno desses viajantes ou da chegada de estrangeiros possivelmente infectados”, diz a nota técnica divulgada nesta quinta-feira (23). O documento reforça que há vacina contra a doença disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Reitera-se, portanto, a necessidade de estados, municípios e profissionais de saúde priorizarem a atualização vacinal e o monitoramento rigoroso de casos suspeitos, a fim de manter o status do Brasil como país livre da circulação endêmica do vírus do sarampo”, orienta o Ministério da Saúde.

Os imunizantes disponíveis são as vacinas tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). O esquema vacinal é o seguinte:

  • Crianças de 6 a 11 meses e 29 dias: realizar a dose zero da vacina, no mínimo, 15 dias antes do embarque, para que haja tempo hábil para a produção de anticorpos.
  • Crianças de 12 meses a adultos de 29 anos: para pessoas que precisam receber o esquema vacinal completo, de duas doses, o ideal é que a 1ª dose seja realizada, no mínimo, 45 dias antes da viagem, para haver tempo hábil para receber a 2ª dose (30 dias após a 1ª dose) e período adequado para a produção de anticorpos (aproximadamente 15 dias).
  • Adultos de 30 a 59 anos: para pessoas que precisam receber o esquema vacinal com uma dose da vacina, é necessário iniciar o esquema, no mínimo, 15 dias antes do embarque, para que haja tempo hábil de soroconversão.

Os sintomas do sarampo podem ser confundidos com outras doenças virais. Os pacientes apresentam erupções avermelhadas na pele e coceira intensa nas mãos. A transmissão ocorre por contato direto com pessoas infectadas, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Fonte: Itatiaia

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