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Força-tarefa é realizada contra facção criminosa envolvida em ataques a ônibus e prédios públicos em MG

Julia Toledo6 de julho de 20184min0
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 Ministério Público, polícias Civil e Militar e Seap fizeram operação e prenderam três suspeitos nesta quinta. Outras 25 já haviam sido presas anteriormente.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), as polícias Civil e Militar e a Secretaria de Administração Prisional (Seap) realizam na manhã desta quinta-feira (5) uma operação contra integrantes de uma facção criminosa envolvida em ataques a ônibus e prédios públicos em Minas Gerais. Três suspeitos foram presos e dois continuam foragidos. Outras 25 já haviam sido presas anteriormente.

Segundo o MPMG, a operação é resultado de uma investigação que é feita há cerca de seis meses para identificar movimentos e organizações criminosas dentro do sistema penitenciário do estado. Com os ataques a ônibus registrados nos últimos meses o trabalho se intensificou.

Os ataques aconteceram principalmente em cidades do Sul e Triângulo e em cidades na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com o coronel Giovanni Gomes, comandante do Policiamento Especializado da Polícia Militar, as prisões desta quinta-feira foram nas cidades de Uberaba, no Triângulo; Patrocínio, no Alto Paranaíba; e Bom Repouso, no Sul de Minas Gerais.

Gomes disse que houve a busca, a captura e a prisão de três líderes da facção criminosa e que não teve reação por parte dos suspeitos. Com relação aos dois foragidos, o comandante falou que a polícia faz o monitoramento.

Ao todo, 26 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Contagem, Passos, Uberaba, Uberlândia, Guaxupe, Patrocínio, Três Corações, Cambuí, Ituiutaba, Pará de Minas, Alfenas, Itaú de Minas e Bom Repouso. Durante a ação, foram apreendidos celulares, computadores, anotações do tráfico e da organização criminosa e drogas.

Cássia Virgínia Gontijo, coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) explicou sobre o nome da operação: 1533. “Porque o 15 representa a letra P, a 15ª letra do alfabeto, e o três, o C”, disse, referindo-se à facção criminosa PCC.

Cássia disse que desde o início das investigações 28 pessoas presas – já denunciadas com mandado de prisão preventiva. “E todas essas pessoas têm um cargo de mando dentro do PCC no estado de Minas Gerais. São pessoas que serão responsabilizadas agora por associação ao tráfico, por incêndio, por dano e ainda por organização criminosa”. A promotora disse que todos os suspeitos foram identificados por mandar atacar os ônibus.

Ainda segundo ela, os ataques eram ordenados de dentro do sistema prisional por meio de celulares, bilhetes, por pessoas que entram no sistema e repassam para as que estão do lado de fora.

O superintendente de Investigação e Polícia Judiciária, Carlos Capistrano, considerou que houve êxito na operação desta quinta-feira com a prisão desses mandantes e disse que a operação terá continuidade.

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