Pandemia tem sido mais agressiva na nossa região do que em outras regiões do estado, aponta Unifal-MG

Redação2 de junho de 20214min0
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A pandemia no Sul de Minas tem sido mais agressiva nos últimos semanas do que em todo o Estado de Minas Gerais. A conclusão é de um novo estudo divulgado pela Universidade Federal de Alfenas (MG).

Conforme o estudo, nas últimas duas semanas, foi observado um novo patamar de incidência diária de casos acima de 1.500. Em maio, o surgimento de novos casos por habitantes na região só ficou abaixo do que foi registrado na região Triângulo sul, ficando 47% acima do registrado em Minas Gerais.

 Da disparidade, o maior valor da média móvel de casos do estado em maio representou o 33.º maior valor de toda a pandemia. Mas no Sul de Minas, o mês de maio bateu 10 vezes o recorde de novos casos em médias diárias na semana.

Incidência de casos nas maiores cidades

Entre os dez municípios mais populosos do Sul de Minas, mantiveram tendência crescente de novos casos: Varginha, Passos e Alfenas. Poços de Caldas e Pouso Alegre também apresentaram crescimento nesse indicador. Destacam-se Poços de Caldas, com aumento de 223% da média móvel semanal comparada com 14 dias antes e especialmente Alfenas que nas duas últimas semanas apresentou crescimento de 125% e 126%.

Lavras, Itajubá, Três Corações e Três Pontas apresentaram estabilidade na tendência da incidência e em São Sebastião do Paraíso houve diminuição. Além da tendência de crescimento em novos casos, Varginha e Alfenas também apresentaram tendência de crescimento das duas internações. Houve diminuição nesse indicador em Lavras e estabilidade nos demais.

A média diária de mortes apresentou tendência de crescimento em Passos, Itajubá e Três Corações, estabilidade em Poços de Caldas e Pouso Alegre e diminuição nos demais. O indicador com pior evolução para a maioria desses municípios foi o de crescimento de novos casos.

Cidades do Sul de Minas têm informado como finalizada a vacinação entre os idosos. Porém, pela população idosa estimada pelo DATASUS a cobertura vacinal de segunda dose informada ainda não é majoritária abaixo de 69 anos e especialmente reduzida na faixa entre 60 a 64 anos.

Fonte: Portal Onda Sul

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