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Chuva e calor pioram qualidade e elevam preços de frutas e legumes em Minas

Redação8 de janeiro de 20243min0
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Entre os alimentos que registram maiores variações de preço em dezembro, de acordo com o IPEAD, destaque para batata inglesa, banana-prata, melancia, alface e laranja-pera

A chegada do período chuvoso e o calor excessivo começam a interferir na qualidade de algumas frutas, legumes e verduras. Com isso, produtos registram aumento no preço e perda de qualidade. Essa matemática inversa tem uma explicação, já que há uma redução na produção.

“Nos últimos meses, por conta da elevação drástica da quantidade de chuvas em algumas regiões e da temperatura média em outras regiões do país, a produção de sobretudo frutas, verduras, legumes e tubérculos tem sofrido bastante. Ou seja, tem acontecido uma redução da quantidade dos alimentos que chegam até o supermercado ou sacolões para compra pelos consumidores. Como a demanda se mantém a mesma, o resultado é uma elevação do preço”, explicou o economista do Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis (IPEAD) da UFMG, Diogo Santos.

Entre os alimentos que registram maiores variações de preço em dezembro, de acordo com o IPEAD, estão batata inglesa, banana-prata, melancia, alface e laranja-pera. Já o quiabo e a manga Tommy apresentaram queda no preço médio aqui em Belo Horizonte. Com a chuva nos últimos dias, alguns produtos sofrem com o excesso de água e ficam mais feios, menos atrativos para os consumidores e as perdas no campo também se acentuam.

“Quase todos os produtos orgânicos com excesso de umidade ficam prejudicados. As folhosas, por exemplo, podem ter doenças fúngicas e bacterianas que podem causar podridões”, disse Michel Rodrigues, coordenador da Seção de Agroqualidade da CeasaMinas.

No Mercadi Central, consumidores e lojistas já perceberam essa diferença na qualidade dos produtos, como frutas, legumes e verduras. Entre os legumes que há maior perda, durante esse período de chuvas intensas, eles destacaram o tomate e a batata inglesa. Jones da Silva Campos, de 65 anos, balconista, disse que se perde cerca de 30% dos tomates por dia: “é o que perde mais”. Já o professor Luiz Alberto Palombo, de 62, reclamou do aumento: “os preços da banana, mamão e abacate deram uma aumentada”, disse.

Fonte: Itatiaia

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