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Economia do Brasil cresce 2,9% em 2023; agro lidera crescimento

Redação1 de março de 20243min0
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Crescimento mais expressivo foi o da Agropecuária: +15,1%

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 2,9% em 2023. É o que informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento mais expressivo foi o da Agropecuária: 15,1%. Os Serviços (2,4%) e a Indústria (1,6%) também registraram avanços.

O que é o PIB? É a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente em um ano. De forma simples: é como se fosse uma grande conta bancária que mede toda a riqueza que um país produz em um ano. É o “tamanho” da economia de um país. Ele conta tudo o que é produzido, desde alimentos até carros, serviços como salões de beleza e até mesmo o que é exportado para outros países. Então, quando ouvimos falar que o PIB aumentou, significa que a economia está crescendo, e se diminuiu, pode significar que a economia está ficando mais fraca. É uma forma de entendermos como vai a economia de um lugar.

A alta na Agropecuária, de acordo com o IBGE, decorreu, principalmente, do crescimento da produção e ganho de produtividade. Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE), várias culturas registraram crescimento de produção no ano de 2023, tendo como destaque a soja (27,1%) e o milho (19,0%), que alcançaram produções recordes na série histórica. Por outro lado, algumas lavouras registraram queda produção anual. Foram os casos do trigo (-22,8%), da laranja (-7,4%) e do arroz (-3,5%).

Em Serviços, todas as atividades apresentaram crescimento: atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (6,6%), atividades imobiliárias (3,0%), outras atividades de serviços (2,8%), informação e comunicação (2,6%), transporte, armazenagem e correio (2,6%), administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,1%) e comércio (0,6%).

Já na Indústria, os destaques positivos foram as extrativas, que cresceram 8,7% devido, principalmente, à alta na extração de petróleo e gás natural e de minério de ferro, e a atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (6,5%), influenciada pela melhora nas condições hídricas em relação à 2022 e o aumento das temperaturas médias do ano.

As Indústrias de Transformação (-1,3%) apresentaram desempenho negativo, causado principalmente pela queda na fabricação de: produtos químicos; máquinas e equipamentos; metalurgia; indústria automotiva. Já a Construção também registrou queda de 0,5%, sendo tal recuo corroborado pelas quedas na produção dos insumos típicos e na ocupação.

Fonte: Itatiaia

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