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Apenas 30% das crianças se vacinaram contra dengue e MG teme perder imunizantes

Redação20 de março de 20243min0
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‘Muito abaixo do que a gente esperava’, disse o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti

Apenas 30% das vacinas de dengue foram aplicadas em Minas Gerais. Isso é o que indicou o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, em entrevista ao Jornal da Itatiaia, na manhã desta quarta-feira (20).

“O estado não utilizou mais de 30% das doses disponibilizadas, lembrando que o o público era 10 a 11 anos. Mesmo expandindo para 14 anos, não estamos subindo muito o índice de vacinação”, disse.

Vale lembrar que Minas já registrou 100 mortes causadas pela dengue em 2024. Até essa segunda-feira (18), 232.789 da doença tinham sido confirmados e outros 372 óbitos estavam em investigação.

O secretário foi até Brasília para buscar soluções para o problema, já que a pasta teme a perda de vacinas — caso a meta não seja batida. “Essa primeira remessa tem um vencimento curto, porque foi por doação do laboratório e nós não podemos desperdiçar”, acrescentou. O prazo exato de vencimento não foi mencionado.

Segundo Baccheretti, está agendada uma reunião nesta quarta (20), para definir a nova estratégia. “Queremos expandir para mais municípios”, acrescentou.

Ele afirma que a segunda dose, que deve ser aplicada após três meses, está garantida. “Essa primeira vacina, como tem o vencimento curto, não faz parte da segunda dose”, disse.

Para serem imunizadas, as crianças e adolescentes precisam estar acompanhadas dos pais, mães ou responsáveis legais e apresentar os seguintes documentos: carteira de identificação com foto, CPF, comprovante de endereço residencial na capital e caderneta de vacinação.

Casos em queda

De acordo com ele, o estado já atingiu o pico da dengue e segue com casos em queda. “Especialmente, a região metropolitana, onde se concentra a maior população, essa onda começou a subir primeiro: no final de fevereiro e no começo de março, batendo esse pico. Agora, estamos com tendência de queda. Já estamos observando uma pressão cada vez menor na necessidade de leitos”, disse.

Fonte: Itatiaia

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