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Com cobertura abaixo da meta, Minas prorroga campanha de vacinação contra poliomielite

Redação14 de junho de 20247min0
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De janeiro a março, 88,39% dos bebês menores de um ano de idade e 81,97% das crianças com um ano de idade foram imunizadas

A campanha de vacinação contra a poliomielite está sendo prorrogada em Minas por mais duas semanas. Minas tem o objetivo de atingir, aaté o fim do mês, a meta de imunizar 95% do público alvo – 826.581 crianças menores de 5 anos no estado.

Em Minas Gerais, a cobertura vacinal acumulada contra a poliomielite está abaixo da meta preconizada pelo Ministério da Saúde, que é de, no mínimo, 95% do público alvo.

Segundo dados do órgão federal, a cobertura desse imunizante no estado, em 2023, foi de 87,88% em menores de um ano, e de 81,58% em crianças com um ano de idade. Já em 2024, no período de janeiro a março, foi de 88,39%, em crianças menores de um ano de idade, e de 81,97%, em crianças com um ano de idade.

 A imunização é a única forma de prevenir a doença que pode causar a paralisia infantil.

As crianças menores de 1 ano de idade deverão ser imunizadas conforme a situação vacinal encontrada para o esquema primário, com três doses da vacina inativada poliomielite (VIP), administrada via intramuscular, e as crianças de 1 a 4 anos, 11 meses e 29 dias deverão receber a vacina oral poliomielite (VOP), desde que já tenham recebido o esquema primário com VIP.

A vacina contra a poliomielite está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os adultos devem levar as crianças com o cartão de vacinação.

“Vamos prorrogar em todo o estado e orientamos aos municípios que estendam os horários de vacinação, que realizem ações extramuros em praças, escolas e outros locais públicos, para que todos os pais e responsáveis possam levar seus filhos”, reforça Eduardo Prosdocimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

Ele alerta para a importância da vacinação contra a doença. “A vacina é segura e a única forma de prevenção contra a poliomielite. Há mais de 30 anos não temos casos da doença e isso só foi possível com a vacinação”, destaca. “Não podemos correr o risco de expor nossas crianças a esse vírus novamente”, adverte.

O último caso de poliomielite no Brasil foi em 1989, e o país foi certificado livre do poliovírus selvagem em 1994. Mas, em 2023, foi classificado como de alto risco para reintrodução do vírus e, por isso, a vacinação é crucial.

Cobertura vacinal acumulada

A vacina contra a poliomielite faz parte do calendário de rotina do Programa Nacional de Imunização (PNI), é gratuita e está disponível durante o ano todo.

Em Minas Gerais, a cobertura vacinal acumulada contra a poliomielite está abaixo da meta preconizada pelo Ministério da Saúde, que é de, no mínimo, 95% do público alvo.

Segundo dados do órgão federal, a cobertura desse imunizante no estado, em 2023, foi de 87,88% em menores de um ano, e de 81,58% em crianças com um ano de idade. Já em 2024, no período de janeiro a março, foi de 88,39%, em crianças menores de um ano de idade, e de 81,97%, em crianças com um ano de idade.

Poliomielite

A poliomielite, conhecida como paralisia infantil, é uma doença altamente infecciosa, causada pelo poliovírus, que invade o sistema nervoso e pode causar paralisia total em questão de horas.

O vírus é transmitido de pessoa para pessoa, principalmente por meio da via fecal-oral ou, menos frequentemente, por um veículo comum (por exemplo, água ou alimentos contaminados) e se multiplica no intestino.

Fonte: Hoje em Dia

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