Fiocruz retoma produção de Astrazeneca, e Butantan recebe insumos para Coronavac

Redação25 de maio de 20213min0
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Produções das principais vacinas aplicadas no Brasil contra a Covid-19 estava paralisada

A Fiocruz informou que vai retomar nesta terça-feira (25) a produção da vacina Astrazeneca, contra a Covid-19, mesmo dia em que chegam no Brasil novos insumos para o fabrico da Coronavac, interrompido no Instituto Butantan.

No caso da Fiocruz, a fábrica estava parada desde a última quinta-feira (20) devido à falta de matéria-prima. No sábado (22), chegou ao Brasil uma remessa de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) suficiente para o processamento de 12 milhões de doses, segundo a fundação. Com esse lote de insumos, a estimativa  é que a produção siga sem interrupções ao menos até a terceira semana de junho, garantindo, assim, entregas  de remessas de vacinas ao Ministério da Saúde até 3 de julho.

“Ao todo, a Fiocruz já entregou ao Programa Nacional de Imunizações (PNI/MS) 41,1 milhões de doses da vacina, o que corresponde a 45% das doses disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). No dia 21 de maio, foram disponibilizadas ao Ministério 6,1 milhões de doses, sendo 800 mil doses a mais do que o previsto inicialmente, em razão da liberação de um novo lote da etapa de controle de qualidade”, informou em nota.  As entregas da Fiocruz são feitas ao PNI sempre às sextas-feiras.

Já a fabricação de Coronavac está parada há mais dias, desde 14 de maio, também por falta de insumos. No entanto, nesta terça-feira (25), o Instituto Butantan vai receber 3.000 litros de IFA enviados pela Sinovac, que devem gerar 5 milhões de doses da Coronavac a serem entregues também ao Ministério da Saúde, para distribuição. Inicialmente, a entrega de matéria-prima estava prevista para quarta-feira, mas foi antecipada em um dia.

Na manhã desta terça-feira, o voo com o IFA encontrava-se sobrevoando o Oceano Atlântico. A chegada da aeronave está prevista para o meio da tarde desta terça-feira (é possível acompanhá-la em tempo real aqui).

Segundo o governo de São Paulo, o processo de envase, rotulagem, embalagem e  controle de qualidade para que a vacina seja entregue ao governo federal leva entre 15 e 20 dias.

Fonte: O Tempo

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