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Com pandemia, Brasil teve maior alta de mortes desde 1984

Redação18 de novembro de 20213min0
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Também houve queda nas taxas de natalidade e na quantidade de casamentos e uniões civis realizados nesse período, segundo pesquisa do IBGE

Conforme esperado, a pandemia da covid-19 contribuiu para o aumento no total de mortes no Brasil. No entanto, também houve queda nas taxas de natalidade e na quantidade de casamentos e uniões civis realizados nesse período, segundo a pesquisa anual Estatística de Registros Civis 2020, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada nesta quinta-feira (18).

Feito com base em informações de cartórios, tabelionatos e varas de todo o país, o estudo mostra que 1.510.068 mortes foram registradas em todo o território brasileiro apenas no ano passado, com crescimento de 14,9 % (195.965 mortes a mais) em relação ao total de 2019. Tanto em percentual quanto em números absolutos, foi a maior alta desde 1984.

O aumento percentual de óbitos entre os homens (16,7%) superou o das mulheres (12,7%). A maior parte dos óbitos foi na faixa dos 60 anos ou mais de idade. Para as idades abaixo de 20 anos, houve redução dos óbitos entre 2019 e 2020.

Cerca de 73,5% das mortes de 2020 ocorreram em hospitais, 20,7% em domicílios e em 5,8% em outro local de ocorrência ou sem declaração. Além disso, 99,2% dos 195.965 óbitos ocorridos a mais, de 2019 para 2020, foram óbitos por causas naturais.

Registros de casamentos caíram 26,1% em 2020

O número de registros de casamentos no Brasil teve uma redução de 26,1% entre 2019 e 2020 (de 1.024.676 para 757.179), a maior queda da série histórica. O movimento de queda vem sendo observado, anualmente, desde 2016, mas em 2020 essa variável foi afetada pelo isolamento social em decorrência da pandemia.

Do total de casamentos registrados, 6.433 ocorreram entre pessoas do mesmo sexo, uma queda de 29,0% ante 2019. Os casamentos entre cônjuges femininos representam 60,1% dos casamentos civis nessa composição conjugal.

Entre 2019 e 2020, registros de nascimentos diminuíram 4,7%

De 2000 para 2020, a proporção de registros de nasci­mentos cujas mães tinham menos de 30 anos caiu de 76,1% para 62,1%. Já os registros de nascimentos cujas mães tinham 30 anos ou mais subiu de 24,0% para 37,9%.

Em 2019, a estimativa de sub-registro de nascimentos foi de 2,1%, caindo 2,4% frente a 2018. Já o sub-registro de óbitos ficou em 3,8%, frente a 4,0% em 2018.

São informações das Estatísticas do Registro Civil, que investigam registros de nascimentos, casamentos e óbitos em cartórios. Excepcionalmente, as informações sobre divórcios em 2020, serão divulgadas em momento posterior.

Fonte: O Tempo

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