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Seguro-desemprego: confira os valores atualizados de 2026

Redação1 de julho de 20263min0
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Teto do benefício foi reajustado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) neste ano

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou os valores do seguro-desemprego em 2026. O reajuste leva em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que finalizou o último ano em 3,9%. Assim, o teto do benefício passou a ser de R$ 2.518,65.

O seguro-desemprego é pago a trabalhadores com carteira assinada que cumpram os seguintes pré-requisitos:

  • ter sido demitido sem justa causa;
  • estar desempregado no momento da solicitação;
  • na primeira solicitação, ter recebido salários equivalentes a pelo menos 12 meses nos últimos 18;
  • na segunda solicitação, nove salários nos últimos 12 meses;
  • na terceira solicitação, em todos os seis meses anteriores;
  • não possuir renda própria para seu sustento ou da família;
  • não receber benefício de prestação continuada da Previdência Social, exceto pensão por morte ou auxílio-acidente.

Os valores são determinados por faixas de salário médio do trabalhador nos três meses anteriores ao pedido do seguro-desemprego. Eles variam entre o mínimo – de R$ 1.621 em 2026 – a R$ 2.518,65. Confira:

  • salário médio de até R$ 2.222,17: multiplica-se o salário médio por 0,8;
  • de R$ 2.222,18 a R$ 3.703,99: o valor que exceder R$ 2.222,17 é multiplicado por 0,5 e somado a R$ 1.777,74;
  • acima de R$ 3.703,99: o valor é invariavelmente de R$ 2.518,65.

A determinação do número de parcelas considera o período em que o solicitante trabalhou nos últimos 36 meses – não necessariamente corridos e nem na mesma empresa. Veja:

  • três parcelas: quem trabalhou entre seis e 11 meses;
  • quatro parcelas: quem trabalhou entre 12 e 23 meses;
  • cinco parcelas: quem trabalhou 24 meses ou mais.

O seguro-desemprego pode ser solicitado nas Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTEs), no Sistema Nacional de Emprego (Sine), pelo Portal Gov.br ou no aplicativo Carteira de Trabalho Digital.

Fonte: O Tempo

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